Número atómico
É o nº de protões que existe no átomo, caracterizando o elemento químico. É representado pela letra maiúscula Z.
Número de massa
É o nº de nucleões (protões + neutrões) do átomo. É representado pela letra maiúscula A.
Nuclido
É o nome dado à seguinte representação esquemática do átomo:
A
X
Z
A - nº de massa
Z - nº atómico
X - elemento químico
Exemplo: nuclido do potássio
39
k
19
domingo, 14 de novembro de 2010
Modelo atómico
Modelo atómico
Os átomos são as partículas constituintes de toda a matéria. Hoje sabemos que são constituídos por:
--> Núcleo (zona central) - onde se situam os:
--> protões - partículas com carga eléctrica positiva;
--> neutrões - partículas sem carga eléctrica.
-->Nuvem electrónica - onde se situam os:
--> electrões - partículas com carga eléctrica negativa.Ao longo dos anos foram surgindo vários modelos atómicos até se chegar ao actual:
- O modelo de Dalton - Dalton imaginava os átomos como corpúsculos indivisíveis e indestrutíveis.



- O modelo de Thomson - Thomson descobriu através de experiências com tubos de descarga, os electrões. Este modelo previa que o átomo era afinal divisível.

- O modelo de Rutherford - Rutherford descobriu através de uma experiência que a maior parte do átomo seria espaço vazio e que no interior do átomo haveria uma zona central, muito pequena com carga positiva onde se concentraria toda a sua massa . Rutherford concluiu então que o átomo era constituído por um núcleo e por electrões que se moviam à sua volta como os planetas à volta do sol - em órbitas - criou assim o primeiro modelo atómico planetário.
- Modelo atómico de Bohr - Niels Bohr completou o modelo de Rutherford dizendo que os electrões se moviam em em órbitas circulares, cada órbita tinha um valor de energia e os electrões com mais energia orbitam mais longe do núcleo e os com menos energia mais perto do núcleo.
- O modelo da nuvem electrónica - actualmente sabe-se que os electrões não se movem em órbitas, movem-se de modo desconhecidos a velocidades elevadas formando uma nuvem que não é uniforme, a nuvem electrónica. A nuvem electrónica é mais densa perto do núcleo e menos densa longe dele sendo mais fácil encontrar electrões perto do núcleo.
Os átomos são as partículas constituintes de toda a matéria. Hoje sabemos que são constituídos por:
--> Núcleo (zona central) - onde se situam os:
--> protões - partículas com carga eléctrica positiva;
--> neutrões - partículas sem carga eléctrica.
-->Nuvem electrónica - onde se situam os:
--> electrões - partículas com carga eléctrica negativa.Ao longo dos anos foram surgindo vários modelos atómicos até se chegar ao actual:
- O modelo de Dalton - Dalton imaginava os átomos como corpúsculos indivisíveis e indestrutíveis.



- O modelo de Thomson - Thomson descobriu através de experiências com tubos de descarga, os electrões. Este modelo previa que o átomo era afinal divisível.

- O modelo de Rutherford - Rutherford descobriu através de uma experiência que a maior parte do átomo seria espaço vazio e que no interior do átomo haveria uma zona central, muito pequena com carga positiva onde se concentraria toda a sua massa . Rutherford concluiu então que o átomo era constituído por um núcleo e por electrões que se moviam à sua volta como os planetas à volta do sol - em órbitas - criou assim o primeiro modelo atómico planetário.

- Modelo atómico de Bohr - Niels Bohr completou o modelo de Rutherford dizendo que os electrões se moviam em em órbitas circulares, cada órbita tinha um valor de energia e os electrões com mais energia orbitam mais longe do núcleo e os com menos energia mais perto do núcleo.
- O modelo da nuvem electrónica - actualmente sabe-se que os electrões não se movem em órbitas, movem-se de modo desconhecidos a velocidades elevadas formando uma nuvem que não é uniforme, a nuvem electrónica. A nuvem electrónica é mais densa perto do núcleo e menos densa longe dele sendo mais fácil encontrar electrões perto do núcleo.
domingo, 13 de junho de 2010
Luz - cores
Cores primárias e secundárias da luz
As cores primárias da luz são o verde, o vermelho e o azul, que juntas formam a luz branca, tal como as cores secundárias: amarelo, azul ciano e magenta.

Cor dos objectos
A cor dos objectos resulta da luz que eles reenviam (reflexão difusa) para os nossos olhos, a qual depende:
- da sua composição química;
- da cor da luz com que o objecto é iluminado.
A cor que vemos resulta assim da absorção e da radiação incidente.
- Quando iluminados com luz branca:
- O objecto é preto se absorver todas as cores que nele incidem.
- O objecto é branco se não absorver nenhuma cor, a luz é reflectida na totalidade.
- O objecto é vermelho se absorver o azul e o verde e reflectir o vermelho.
Segue-se a mesma lógica para as outras cores.
- Quando o objecto não é de uma cor primária:
- O objecto é amarelo quando absorve o azul e reflecte o vermelho e verde.
Segue-se a mesma lógica para as outras cores.
- Quando a luz não é branca:
- Se um objecto for iluminado com luz da sua cor, apresenta a sua cor
- Se for iluminado com uma das cores que constituem a sua cor, apresenta essa cor. Por exemplo, um objecto amarelo iluminado com luz vermelha fica verde.
- Se for iluminado com luz de uma cor que este absorva, fica preto.
As cores primárias da luz são o verde, o vermelho e o azul, que juntas formam a luz branca, tal como as cores secundárias: amarelo, azul ciano e magenta.

Cor dos objectos
A cor dos objectos resulta da luz que eles reenviam (reflexão difusa) para os nossos olhos, a qual depende:
- da sua composição química;
- da cor da luz com que o objecto é iluminado.
A cor que vemos resulta assim da absorção e da radiação incidente.
- Quando iluminados com luz branca:
- O objecto é preto se absorver todas as cores que nele incidem.
- O objecto é branco se não absorver nenhuma cor, a luz é reflectida na totalidade.
- O objecto é vermelho se absorver o azul e o verde e reflectir o vermelho.
Segue-se a mesma lógica para as outras cores.
- Quando o objecto não é de uma cor primária:
- O objecto é amarelo quando absorve o azul e reflecte o vermelho e verde.
Segue-se a mesma lógica para as outras cores.
- Quando a luz não é branca:
- Se um objecto for iluminado com luz da sua cor, apresenta a sua cor
- Se for iluminado com uma das cores que constituem a sua cor, apresenta essa cor. Por exemplo, um objecto amarelo iluminado com luz vermelha fica verde.
- Se for iluminado com luz de uma cor que este absorva, fica preto.
Dispersão da luz
Dispersão da luz
Quando a luz solar (luz branca) incide numa das faces de um prisma, a luz refracta-se, sofrendo uma decomposição nas sete cores do arco-íris (vermelho, laranja, amarelo, verde, azul, anil, violeta). Esta decomposição acontece porque cada uma das cores viaja a velocidades diferentes e por isso separam-se umas das outras.
Arco-íris
O arco-íris forma-se quando está a chover e a fazer sol ao mesmo tempo. É um exemplo da dispersão da luz em que as gotas funcionam como um prisma. Na formação do arco-íris cada gota de água reflecte uma cor diferente. Para observar o arco-íris temos de nos colocar de costas voltadas para o Sol.
Quando a luz solar (luz branca) incide numa das faces de um prisma, a luz refracta-se, sofrendo uma decomposição nas sete cores do arco-íris (vermelho, laranja, amarelo, verde, azul, anil, violeta). Esta decomposição acontece porque cada uma das cores viaja a velocidades diferentes e por isso separam-se umas das outras.
Arco-írisO arco-íris forma-se quando está a chover e a fazer sol ao mesmo tempo. É um exemplo da dispersão da luz em que as gotas funcionam como um prisma. Na formação do arco-íris cada gota de água reflecte uma cor diferente. Para observar o arco-íris temos de nos colocar de costas voltadas para o Sol.
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Propagação da luz
Propagação da luz
A luz propaga-se em linha recta e radialmente em todas as direcções num meio em que a sua velocidade de propagação seja constante.
Ao propagar-se a luz pode atravessar materiais translúcidos e transparentes, mas não consegue atravessar materiais opacos.

Como a luz se propaga em linha recta, sempre que existe um material opaco surge uma zona de sombra, que é a zona que a luz não consegue iluminar.
O observador encontra-se na zona de sombra
A luz propaga-se em linha recta e radialmente em todas as direcções num meio em que a sua velocidade de propagação seja constante.
Ao propagar-se a luz pode atravessar materiais translúcidos e transparentes, mas não consegue atravessar materiais opacos.


Como a luz se propaga em linha recta, sempre que existe um material opaco surge uma zona de sombra, que é a zona que a luz não consegue iluminar.
O observador encontra-se na zona de sombra
Fenómenos da luz
Reflexão da luz
A reflexão da luz é o fenómeno que acontece quando um raio de luz incide numa superfície e é reenviado, ou seja, reflectido. Existem dois tipos de reflexão:

- Reflexão regular - acontece quando os raios luminosos incidem numa superfície polida, os raios são reflectidos na mesma linha em que incidiram e é possível observar-se o reflexo. O exemplo de algumas superfícies polidas são um espelho ou um lago em que a água esteja lisa.

- Reflexão difusa ou difusão - acontece quando a superfície em que o raio incide é rugosa e por isso reflecte os raios numa linha diferente e já não é possível observar-se um reflexo.
Leis da reflexão da luz
Quando a luz se reflecte:
- o raio incidente, o raio reflectido e a normal estão no mesmo plano;
- os ângulos de incidência e reflexão têm a mesma amplitude


____ normal
i --> ângulo de incidência
r --> ângulo de reflexão
---> raio incidente e raio reflectido
Refracção da luz
Quando a luz passa de um meio óptico para outro, onde a velocidade de propagação é diferente acontece a refracção. Normalmente, ao refractar-se a luz muda de direcção:
- Quando a velocidade no segundo meio é inferior à velocidade do primeiro, o raio refractado aproxima-se da normal, caso contrário, afasta-se.
- Quando o ângulo de incidência é de 0º, ou seja, quando o raio incide perpendicularmente, não há mudança de direcção.

Nesta imagem o segundo meio tem uma menor velocidade que o primeiro, por isso o raio aproxima-se da normal.
Refracção total
Ocorre quando a luz, vinda do maio mais denso, incide na superfície de separação dos dois meios com um ângulo superior ao ângulo crítico. Quando acontece a refracção total, a luz acaba por ser reflectida.
- Ângulo crítico - é o ângulo de incidência que corresponde ao ângulo de refracção de 90º.
A reflexão da luz é o fenómeno que acontece quando um raio de luz incide numa superfície e é reenviado, ou seja, reflectido. Existem dois tipos de reflexão:

- Reflexão regular - acontece quando os raios luminosos incidem numa superfície polida, os raios são reflectidos na mesma linha em que incidiram e é possível observar-se o reflexo. O exemplo de algumas superfícies polidas são um espelho ou um lago em que a água esteja lisa.

- Reflexão difusa ou difusão - acontece quando a superfície em que o raio incide é rugosa e por isso reflecte os raios numa linha diferente e já não é possível observar-se um reflexo.
Leis da reflexão da luz
Quando a luz se reflecte:
- o raio incidente, o raio reflectido e a normal estão no mesmo plano;
- os ângulos de incidência e reflexão têm a mesma amplitude


____ normal
i --> ângulo de incidência
r --> ângulo de reflexão
---> raio incidente e raio reflectido
Refracção da luz
Quando a luz passa de um meio óptico para outro, onde a velocidade de propagação é diferente acontece a refracção. Normalmente, ao refractar-se a luz muda de direcção:
- Quando a velocidade no segundo meio é inferior à velocidade do primeiro, o raio refractado aproxima-se da normal, caso contrário, afasta-se.
- Quando o ângulo de incidência é de 0º, ou seja, quando o raio incide perpendicularmente, não há mudança de direcção.

Nesta imagem o segundo meio tem uma menor velocidade que o primeiro, por isso o raio aproxima-se da normal.
Refracção total
Ocorre quando a luz, vinda do maio mais denso, incide na superfície de separação dos dois meios com um ângulo superior ao ângulo crítico. Quando acontece a refracção total, a luz acaba por ser reflectida.
- Ângulo crítico - é o ângulo de incidência que corresponde ao ângulo de refracção de 90º.
domingo, 23 de maio de 2010
Luz
Ondas Luminosas
As ondas luminosas são ondas transversais, o que significa que a direcção da perturbação é perpendicular à direcção da propagação. São ondas electromagnéticas e não mecânicas. ou seja, podem propagar-se no vazio pois não necessitam de um meio de propagação. Estas ondas "viajam" a cerca de 300000 km/s no vazio e no ar.
Corpos luminosos e corpos iluminados
Os corpos luminosos têm luz própria, e são por isso fontes luminosas. Dentro das fontes luminosas podem classificar:
- Fontes luminosas naturais - como o sol
- Fontes luminosas artificiais - como um candeeiro

Os corpos iluminados são corpos sem luz própria que reflectem a luz emitida pelas fontes luminosas (corpos luminosos), como por exemplo a lua.
As ondas luminosas são ondas transversais, o que significa que a direcção da perturbação é perpendicular à direcção da propagação. São ondas electromagnéticas e não mecânicas. ou seja, podem propagar-se no vazio pois não necessitam de um meio de propagação. Estas ondas "viajam" a cerca de 300000 km/s no vazio e no ar.
Corpos luminosos e corpos iluminados
Os corpos luminosos têm luz própria, e são por isso fontes luminosas. Dentro das fontes luminosas podem classificar:
- Fontes luminosas naturais - como o sol
- Fontes luminosas artificiais - como um candeeiro

Os corpos iluminados são corpos sem luz própria que reflectem a luz emitida pelas fontes luminosas (corpos luminosos), como por exemplo a lua.
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